Acordei atrasadaaaaa.... 7:30 da manhã. Ninguém acorda atrasada 7:30 da manhã, não alguém que leve a vida como eu. Acordo assustada, saiu do quarto, descubro a hora, falo alguma coisa sozinha, que na hra do almoço me contam rindo de mim. Volto a durmir. Acordo, agora, realmente atrasada 9:20 passo dois minutos decidindo se dá tempo ir p academia, tá eu vou, banhooo voando, me visto, tomo café e checo os novos emails, tudo ao mesmo tempo, usar o mouse e calçar meias são duas tarefas incompativeis!
Na passagem subterrânea... ligo p decidir o almoço, prendo o cabelo, escuto música, bebo água, atravessar correndo ou subir as escadas escuras?!? Bommm Dia..... o lixeiro quse me mata do coração, de novo!
Decido que quero viver a futilidade hj, exatamente no final da pior semana, em bsb. No meio do exercício e eu pensando, se estudo p mestrado, faço a carta, escovo o cabelo, ou termino o capítulo da monografia. Foda-se.... hoje eu to feliz e cansada! Não vou estudar, até as 14 pelo menos...
Almmoço, varrer casa, lavar a louça, passar o pano, arrumar a cama, colocar água no umidificador... DEcido ler um pouco antes de ver Dr. House e voltar a estudar. Quando abro o site.... ahhh haaaaa..... PEla milhonésima vez... acho q tenho alguma relação com essa mulher, e olha que não é nenhuma das minhas amigas dizendo isso.... Segue o texto dela, leiam, que eu vou terminar de ver Dr. House e voltar p meu mais novo amor... Robert Dahl!
Meu namorado o doctor House
Eu decidi que tô namorando o doutor Greg House, aquele com cara de “adoro sexo mas sou arrogante demais pra fazê-lo” que passa todo dia as oito da noite no canal 43. Menos as sextas. E sábados. E domingos. Como todo péssimo namorado, ele tem mais o que fazer da vida nesses dias. Já que a vida inteira namorei rapazes que não me namoravam e fui namorada de rapazes que jamais namorei, resolvi namorar o House e fim de papo. Comprei um estoque de Vicodim e um apartamento em andar baixo. Tudo pensando nele. O House pode tudo. Ele pode me dizer que meu cabelo era infinitamente melhor mais curto e mais claro. Ele pode me dizer que eu fico infinitamente mais bonita com uns cinco quilos a mais. Ele pode reclamar que eu cortei a malhação por falta de grana e paciência. Ele pode reclamar da queda hormonal e da minha mania de viver caindo. Ele pode rir da minha vontade de escrever novela ou qualquer outra coisa popular que me encha de dinheiro para eu poder escrever livros quieta ouvindo Nina Simone, da minha mania de cantar Maroon 5 e do fato de eu escrever tudo em primeira pessoa porque, de verdade, acho um saco qualquer outra coisa do planeta que não passe aqui por dentro. E o House super passa, em meus sonhos. Quando vai dando sete e meia da noite (ahhh, a falta do que fazer, já tem uma semana que não aparece um bom freela ou um bom sei lá o quê) tomo meu banho. Passo meus cremes. Coloco uma roupinha pra ele. Me tranco no quarto, no escuro. Vou passar os próximos sessenta minutos vendo vômitos, sangue, paradas cardíacas, berebas purulentas e a famosa “lombar punction”. Mas meu coração não entende nada como desgraça, a não ser a óbvia desgraça do amor. Todos os dias eu acho que vou morrer. E todos os dias ele descobre mil coisas pra não deixar. Porque quase nunca se morre nas mãos dele. E todos os dias ele me magoa terrivelmente com sua amargura e inteligência. E eu deixo porque não tem nada mais sexy do que gente que te odeia. Namorar quem tá cagando pra você, então, é o auge do sexy. Por isso eu namoro o House. Nós nunca vamos casar, ele nunca vai conhecer meus pais e eu sei que divido o seu amor com as garotas pagas. Não tem ilusão, não tem meiguices, não tem roupinha rosa com babados. É preto no branco. É sofrimento puro. É o pior namoro do mundo. Mas como diria minha mãe “quando essa menina decide uma coisa...”.
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