sexta-feira, 24 de julho de 2009

=)

Aquela época em que eu já estava quase cínica mas ainda acreditava em um relacionamento com todas as forças do mundo. Porque quanto mais cinismo e cansaço, mais força fazemos e mais forte parece. Eu queria me chacoalhar e dizer que ele existe, sim, o tal do amor, mas você, querida, não sabe ainda nada disso. Isso que você acha que é amor, menina, não passa nem perto.
Eu me faria uma visita naquele apartamentinho pequeno e cheio de tentativas de charme e maturidade. E diria pra mim o que ninguém, sabe-se lá porquê, foi capaz de me dizer numa época tão necessária e quase triste. Época de tentar de tudo pra chegar perto do que, um dia, simplesmente acontece mesmo a gente achando que só funciona para os disciplinados na cultura da imbecilidade. Esse povo estranho que divide armário e sorriso de foto.
Eu diria: menina, amar a dúvida, o silêncio, a ingratidão, o fim, o atraso, a invenção, a lacuna, o pode ser, as hipóteses, a não resposta, a raiva, o absurdo, o não, a impossibilidade, o depois que foi, o antes de chegar, o difícil, o pode não, amar essas coisas, menina, é amar o mistério e não um homem.
Amar um homem não é o telefone que não toca, é o telefone que toca e ele tá daquele jeito que te irrita justamente porque está irritado com você e você desliga logo e ele liga de novo e vocês morrem de rir. Ah, e aí vai dando certo. Foi e foi e foi e cá estamos. Você apaga o cigarro de domingo, a luz e some. Eu escrevo esse texto na mente, tomo banho e me chacoalho. Daqui a pouco a gente, sem se dar conta de plurais e segredos, se encontra no corredor e decide o que faz do resto do dia. TB

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Por que em dias assim, só é ele quem eu escuto....

Nando Reis- Voce pediu e eu já vou daqui...
Compositor: Antônio Marcos

Você pediu e eu já vou daqui
Nem espero pra dizer adeus
Escondendo sempre os olhos meus
Chorando eu vou, tentei lhe falar, você nem ligou

Eu nunca consegui me explicar
Por que você não quis me ouvir falar
E deixo todo meu amor aqui
Jamais eu direi, que me arrependi
Pelo amor que eu deixar
Mas da saudade eu tenho medo
Você não sabe eu vou contar todo segredo
Esses caminhos eu conheçoAndar sozinho eu não mereço
E você há de entender, a gente tem que ter alguém pra viver

Se você quer eu vou embora
Mas também sei que não demora
Você é criança e vai chorar
Só então vai compreender que muito amor eu dei
E eu quero ver, você lamentando meu nome chamar
E quando um dia isso acontecer
De você querer voltar pra mim
O meu perdão eu vou saber lhe dar
E jamais eu direi, que um dia você conseguiu me magoar
Eu nunca consegui me explicar....


E eu quero ....

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Dormir p salvar a vida

E você meu amigo, fica só olhando pra trás, remoendo, lamentando, lembrando do que perdeu, do que não soube aproveitar. Fica se consumindo pelo desejo do que ainda não tem, e provavel q desse jeito não tenha nunca. Esquece de viver o agora, reclama do frio no inverno e do calor no verão e quse não repara que hoje o céu está completamente azul, daqueles que a gnte acha que só vê aqui. E você minha amiga, passou meses lembrando do que já não mais podia acontecer, meses desejando, e agora, horas pensando nos próximos dias, no futuro completamente incerto.

Vamos viver? Só o hoje, só o agorinha, até daqui a 5 minutos.

Mais tarde a gnte se encontra, p rir da vida. Agora eu vou fechar a porta e dormir um pouco.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Ceu

Nada se compara com teu azul....


Tranquilidade...


=)

Sem saco,,,,

Texto novo da Tati...

Sem saco p nada!


Fome!

Vai dizer que não adora essa vida. Ninguém no coração e eu aguento até três pedaços de pizza às duas da manhã. Como até a de chocolate com banana. É você também, não dá pra negar. Um pouco descompensada, mas é. Até tentei mas foi só olhar o cara dando som meio que trepando com o som. E tudo começou de novo. Agora é toda semana, toda hora. É isso mesmo? É. E quando acaba. Quando acabar a graça. Façamos um trato então, mocinha, a hora que acabar a graça, será simples como isso mesmo. Uma graça que acaba. Não pode ter nojo, não pode ter ressaca, vontade de morrer, medo de canais podres irrigando infertilidades absurdas pelas entranhas. Medo desse deus do amor dizendo que só mocinhas pra dentro podem ser amadas. O cruel deus do amor que fala de amor como um merecimento pra quem aguenta não sucumbir pelos buracos sendo que já nascemos furados. O deus falso como um sacerdote em busca de casas pra almoçar de graça e ouvidos pra fazer necessidades fisiológicas. Protetor de doenças e padroeiro de festas de gente que ri corada e faz listas de casamento. Diabo, entenda, estou pra fora num grau absurdo, vomitando minha virilidade, entende? Eu sou uma enorme almofada esfaqueada inundando o mundo com minhas espumas fáceis. Combinado? Porque, veja bem. Não é isso que me tira do rumo do amor, do caminho do amor. É só porque amor demora mesmo, pra acontecer de novo. Mas são tantas coisas lindas pelo caminho, não são? O mocinho trepando com o som é provavelmente o milésimo dos últimos mil anos que estão sendo esses dias. Ele não diz absolutamente nada do que eu quero ouvir, tem os olhos descolados de seu fundo, tem aquele riso de quem se lixa para as outras coisas todas que voam entre a nossa vontade de se devorar. Ainda assim, nesse segundo, nesse segundo que antecede meu pulo na jugular, a força da minha mão que espreme intenções até que só sobre o dia seguinte. São tantos charmes e ombros e cheiros e jeitos de fazer tudo. E estou feliz assim, sim, às vezes as olheiras me avisam que daqui a pouco vem alguém da auditoria, o homem de voz grossa que mora dentro da minha vozinha e que me avisa, de tempos em tempos, que é preciso parar de gastar alma por aí. Porque, mesmo que me pareça não ser muito uma coisa da alma, não se faz nada disso sem amar do avesso. O que dá sempre tudo na mesma e infinita merda que é: viver cansa mas depois que a gente caga dá fome de novo.
É só isso, me perdoa, daqui a pouco passa, mas é tão lindo ter fome de novo. Pensar em massas e pau de massa. Eu esfolando, alisando, esticando a fome. Fazendo nhoque de desejo. E passando o resto do pão no resto do molho. Quase comendo os cacos do prato como aperitivo. É assim que gosto também, também sou eu. Eu e minha sombra preta nova. Que deixa meus olhos como de uma águia faminta. Dando rasante sempre que aperta meu estômago, que a essas alturas, já mora no meu peito. Daqui a pouco o coração estraga tudo, troca de lugar com o cu, e eu vou novamente ter o apetite anoréxico de quem não suporta a vida. Eu vou novamente sentir a vertigem de estar tão viva que não cabe engolir terra pra parar em pé. Estar abaixo do amor é como ter a proteção da terra. Amar, que deveria aproximar de Deus, jamais dá essa sensação boa de ter um pai que cuida de tudo. Mas agora, agora, vivo do tamanho de quem se enche sem medo de acabar.

terça-feira, 7 de julho de 2009

=´)

Adooro me meter em confusão e depois dizer q nada da certo!

Dor no Cora!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Malas

Mande notícias do mundo de lá... Diz quem fica...Me dê um abraço, venha me apertar
Tô chegando...

Saudades das minhs amigas de Bsb, saudades da casa da Érika, das mesmas conversas sem fim. Dos pães de queijin minerin da Karina. Das noites com o Maninho e a Emília.


A vida se repete na estação.
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar

Quando eu fui, pensei em nunca mais voltar, quando fiquei, pensei em voltar, quando qse voltei, nao quis mais ir. Quando voltei, quis voltar mais uma vez. Quando quase fui de novo, parti o coração.
E assim, chegar e partir
São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem da partida

Já até acostumei com essa sensação de nunca mais, de só hoje e até daqui a pouco. DE ir e voltar sem querer e querendo tanto. Sensação de coração na boca. Saudades eternas!
A hora do encontroÉ também de despedida.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Coringãoooo voltou"

E o Coringão.. Voltou...
E o Coringão.. Ganhou.... iupiiiiiiiiii!!!!!!!!!!
Coitadinho do Inter... (sim, estou ironizando)
E eu nunca fiz tanta dieta de dia e comi tanta besteira de noite, o meu cabelo deu p se revoltar, é tipo um choque, ele chega e o cabelo sobe, qd eu durmo,qd to em casa, ele fica parecido com comercial de shampoo. E ele tem um buraco no queixo, que dá p ver o outro lado do planeta de tão bom.
Ele dança descaradamente e eu sou tão feliz. Não poderia amar esse homem, não, não é o tipo de homem que eu amaria. Mas sou feliz nessa uma semana, ou duas, não sabemos ainda. Porque ele é tão feliz. Ele realmente curte bobeiras na televisão, coisa de quem não fica na varanda querendo se jogar, acho eu dentro de alguma lógica maluca da minha cabeça. Faz aquela cara de “delicinha que é viver”. E tem bochechas vermelinhas e não fede pó na nuca como as pessoas gastas pelo tempo ou azedo no peito como as pessoas desgastadas pelo pó. Ou qualquer coisa por aí. Ele só se sente bem em estar vivo. Isso. Ele corre no parque, toma banho, veste a cueca cantando, coloca uma meia branquinha e vem me ver. Pede a lasanha, me beija perto da orelha. E ele se sente muito bem com a vida e com o corpo e comigo. E por isso, ando feliz que só nessas semanas. Mas com certeza eu não poderia amar esse homem. Eu nem mesmo, pra falar a verdade, o admiro. Não, admirar eu admiro, porque tô aqui de boca aberta olhando pra ele e curtindo estar nessa vida de amaciante e pão quentinho. Mas eu só amo, e aí sim é a certeza de sentir algo maior e com futuro (e passado), a certeza de poder viver ao lado dele, essa história que nem é minha ou pra mim....TB


E o Corinthians é campeão e eu to tão boba, q se não for embora agora é capaz de começar a falar c voz de criança... Eu fecho a porta do elevador, vejo q foi mesmo embora e dou três pulinhos de alegria,um beslicão cmo forma de repreender e passo uns 20 minutos conversando cmgo mesma.. Tá doida?!!? Para malucaaaa


E ri, o tempo todo, ele ri, como é feliz! E eu embarco em mais um trem (às vezes fantasma, desse vez da alegria) mesmo odiando viajar. Eu vou porque é preciso ter histórias, viver coisas, sair de casa, mas nunca vou realmente. Sempre me sinto ocupando de favor o lugar da personagem real que está doente ou enlouqueceu. Assim que coloco o pé pra fora, viro uma substituta de qualquer um que sabe viver. Uma coadjuvante de mim que rouba a cena porque os engracados sempre roubam. Experimento pessoas como experimento comida baiana, “tá, deixa eu ver que gosto tem, mas não muito pra não morrer aqui, longe de casa, debaixo desse sol e dessa alegria”. Ele ri mais um pouco, segura firme na minha mão, eu quero contar, ele merece saber, eu estou amando e super feliz de brincar de amar e ser feliz, mas olha, querido, daqui a pouco eu volto. O silêncio. Eu sempre volto pro silêncio. Mas agora acelera aí, apita, solta fumaça, sei lá como é andar de trem, mas sempre ando. Vamos ver até onde eu aguento dessa vez. Tati B
MAs no fundo eu sei q isso não dura, não pode e não acontece assim.. De novo subo naquele avião e acabo com uma esperança, e talvez seja msmo necessário. Até a volta...
E o Coringãoo voltou!!!!!!