sexta-feira, 28 de maio de 2010
Gentilmente Gentil, com muita Gentileza
Justamente essa palavra, que eu procurava nas músicas, nos texto, era essa a definição. Gentileza, ela passou a semana escrita na minha frente, mas hoje eu entendi. A gentileza tem o poder de conquistar, acredito, eu, ou pelo menos passei a acreditar.
A chuva de ontem não foi nada gentil, desrespeitosa eu diria, e um senhor me disse, que aquela era a homenagem do céu, que estavam dando boas vindas, então calei e passei a apreciar aquela gentil chuva que lavou o chão, refrescou as plantas, e não desmanchou a festa.
A gentileza abriu o portão hoje, me serviu água, me perguntou se eu estava bem, e de forma muito gentil me empurrou, não o necessário para me derrubar, mas o suficiente para me mover. Trepidou tudo, e ainda sim de forma gentil.
E gentilmente foi embora, da mesma forma se despediu. E eu que não sou gentil, vou tentar ser paciente, e esperar que gentilmente volte.
Eu nasci no tempo errado...
Nós todos trabalhamos com computadores, de uma forma ou de outra. Eu passo o dia todo sentada diante dele. Se precisar falar com alguém, deixo um scrap. Se tiver uma boa ideia, lanço no Twitter. Se quiser conversar, ligo o MSN…Nem o telefone de casa eu uso mais. Até uso meu celular pra poder acessar a Internet quando estou na rua. Se quiser ouvir uma música, baixo. Se quiser ver um trecho de filme, vou ao Youtube. Fiquei dependente, confesso.
Isso tudo ajuda demais a nossa vida. Não temos que nos preocupar com horas de pesquisa em enciclopédias, tudo já está no Google. Não temos que nos limitar ao que revistas e jornais nos fornecem, podemos saber tudo sobre tudo apenas clicando. Mas e o reflexo disso nos nossos relacionamentos?
As pessoas ainda gostam de sair, claro. Nós ainda fazemos reuniões sociais, vamos pra balada, vamos ao shopping, nos encontramos com os amigos em barzinhos e shows. Conhecemos muita gente na rua, no nosso dia a dia. Mas isso tá cada vez mais perdendo espaço à nossa facilidade de nos relacionarmos na web.
Conversas importantes não precisam mais ser marcadas num almoço ou jantar. Basta mandar um e-mail. Pra conquistar o apreço de um pretendente, basta ter uma boa lábia no MSN. Quem aqui não fortificou um laço por poder todos os dias falar horas no MSN com alguém? Sem contar os que vão mais longe: namoros virtuais, sites de relacionamento…
Se a gente quer saber os gostos de um pretendente, basta fuçar as comunidades do Orkut, ler seu blog, segui-lo no Twitter. Pronto, não precisamos mais perguntar muitas coisas, podemos pular umas nove tardes de encontro. Saudade quase não passamos mais. Quer dizer, claro que passamos, mas podemos mandar um sms pra saber se tá tudo bem ou simplesmente pra dizer “estou pensando em você“.
Eu queria poder passar minha juventude antes da vida com Internet. Queria ter sido daquela geração que ia pro parque nas tardes livres pra poder encontrar os amigos e conversar. Que pegava o carro do pai escondido pra passar a noite vendo estrelas, bebendo, rindo e namorando, igual cena de filme antigo. Que ia acampar cada feriado em um lugar diferente. Uma época onde era mais fácil ter segredos, ser misterioso, ser interessante. Um tempo em que pra conhecer uma música nova você tinha que ouvir o rádio o dia todo, e depois sentava com os amigos na calçada com o violão pra mostrar. Uma época que as pessoas escreviam bilhetes e colocavam no bolso sem o destinatário perceber. Quando os apaixonados escreviam cartas e músicas no meio da noite pra poder se declarar. Queria ser de um tempo em que as pessoas iam comer na lanchonete ao lado to trabalho do pretendente só pra poder ver ele sair. Ou esperavam na janela pra ver alguém passar na rua…
Eu nasci no tempo errado.
E você? Também acha o mesmo?
Copiado do Diário de um solteiro
Isso tudo ajuda demais a nossa vida. Não temos que nos preocupar com horas de pesquisa em enciclopédias, tudo já está no Google. Não temos que nos limitar ao que revistas e jornais nos fornecem, podemos saber tudo sobre tudo apenas clicando. Mas e o reflexo disso nos nossos relacionamentos?
As pessoas ainda gostam de sair, claro. Nós ainda fazemos reuniões sociais, vamos pra balada, vamos ao shopping, nos encontramos com os amigos em barzinhos e shows. Conhecemos muita gente na rua, no nosso dia a dia. Mas isso tá cada vez mais perdendo espaço à nossa facilidade de nos relacionarmos na web.
Conversas importantes não precisam mais ser marcadas num almoço ou jantar. Basta mandar um e-mail. Pra conquistar o apreço de um pretendente, basta ter uma boa lábia no MSN. Quem aqui não fortificou um laço por poder todos os dias falar horas no MSN com alguém? Sem contar os que vão mais longe: namoros virtuais, sites de relacionamento…
Se a gente quer saber os gostos de um pretendente, basta fuçar as comunidades do Orkut, ler seu blog, segui-lo no Twitter. Pronto, não precisamos mais perguntar muitas coisas, podemos pular umas nove tardes de encontro. Saudade quase não passamos mais. Quer dizer, claro que passamos, mas podemos mandar um sms pra saber se tá tudo bem ou simplesmente pra dizer “estou pensando em você“.
Eu queria poder passar minha juventude antes da vida com Internet. Queria ter sido daquela geração que ia pro parque nas tardes livres pra poder encontrar os amigos e conversar. Que pegava o carro do pai escondido pra passar a noite vendo estrelas, bebendo, rindo e namorando, igual cena de filme antigo. Que ia acampar cada feriado em um lugar diferente. Uma época onde era mais fácil ter segredos, ser misterioso, ser interessante. Um tempo em que pra conhecer uma música nova você tinha que ouvir o rádio o dia todo, e depois sentava com os amigos na calçada com o violão pra mostrar. Uma época que as pessoas escreviam bilhetes e colocavam no bolso sem o destinatário perceber. Quando os apaixonados escreviam cartas e músicas no meio da noite pra poder se declarar. Queria ser de um tempo em que as pessoas iam comer na lanchonete ao lado to trabalho do pretendente só pra poder ver ele sair. Ou esperavam na janela pra ver alguém passar na rua…
Eu nasci no tempo errado.
E você? Também acha o mesmo?
Copiado do Diário de um solteiro
segunda-feira, 24 de maio de 2010
De onde surgem os canalhas?
Eu fico pensando de onde os canalhas surgem, aqueles que conseguem conquistar o coração de uma mulher em poucos momentos, os que não se importam e ao mesmo tempo fingem se importar de mais com o coração alheio, importância essa suficiente para ganhar mais pontos positivos no escore das burrices femininas.
E elas, as mulheres, são burras, ignorantes, vivem, convivem, lêem sobre eles, dão conselhos perfeitos e lógicos para as amigas, e quando se apaixonam perdem todo e qualquer senso. Frases como eu nunca faria isso por homem nenhum, perdem qualquer resquício léxico, semântico, sintático, analítico, morfológico, normativo.
Eu fico pensando nisso, a cada minuto em que seguro sua mão, e me pergunto, se eu sei de todo o beabá, porque ainda acredito. E ai eu seguro mais forte, faço carinho no seu cabelo de Mc Dreamy, porque se a sua função é conquistar um coração, por que seria eu, justamente eu, a atrapalhar sua árdua tarefa?
E quando a gente caminha para continuar o dia, como se fossemos um casal, daqueles que planejam as contas, daqueles que andam lado a lado depois da pausa do trabalho. E isso nada parece com um canalha, e eu tento encontrar os indícios do tão logo crime, do coração roubado. Roubado sim, porque qual violência é tão grande quanto destroçar uma mulher?
Tento insistentemente achar nem que seja só uma pontinha para me segurar e só vejo os fios que são tão finos. Entendo então, que estou procurando no lugar errado, os erros não estão nele, afinal só está cumprindo o seu dever. E só por isso eu já deveria saber que estou contaminada pelo veneno fatal.
E na TV aparecem os gols da rodada, e alguém fez um de canela, e você me pergunta se eu vi, e eu digo que sim. Eu realmente vi, fixei os olhos, mas não entendi, nem sei quem foi, de que time, se foi bonito, mas eu vi. Vi você, e vi você olhando e rindo, desengonçado e por isso eu ri.
Continuei rindo, porque eu sempre quis um cara que trabalhasse mais do que eu, não que eu trabalhe pouco. Um cara daqueles que dá orgulho, que a gente imagina que um dia vai chegar lá. E agora, eu acabei de perceber como você trabalha bem, como é eficiente nos resultados, como as estratégias são perfeitamente aplicadas, e como eu sou burra.
Burra, perfumada, penteada, arrumada. Burra. Feliz.
E elas, as mulheres, são burras, ignorantes, vivem, convivem, lêem sobre eles, dão conselhos perfeitos e lógicos para as amigas, e quando se apaixonam perdem todo e qualquer senso. Frases como eu nunca faria isso por homem nenhum, perdem qualquer resquício léxico, semântico, sintático, analítico, morfológico, normativo.
Eu fico pensando nisso, a cada minuto em que seguro sua mão, e me pergunto, se eu sei de todo o beabá, porque ainda acredito. E ai eu seguro mais forte, faço carinho no seu cabelo de Mc Dreamy, porque se a sua função é conquistar um coração, por que seria eu, justamente eu, a atrapalhar sua árdua tarefa?
E quando a gente caminha para continuar o dia, como se fossemos um casal, daqueles que planejam as contas, daqueles que andam lado a lado depois da pausa do trabalho. E isso nada parece com um canalha, e eu tento encontrar os indícios do tão logo crime, do coração roubado. Roubado sim, porque qual violência é tão grande quanto destroçar uma mulher?
Tento insistentemente achar nem que seja só uma pontinha para me segurar e só vejo os fios que são tão finos. Entendo então, que estou procurando no lugar errado, os erros não estão nele, afinal só está cumprindo o seu dever. E só por isso eu já deveria saber que estou contaminada pelo veneno fatal.
E na TV aparecem os gols da rodada, e alguém fez um de canela, e você me pergunta se eu vi, e eu digo que sim. Eu realmente vi, fixei os olhos, mas não entendi, nem sei quem foi, de que time, se foi bonito, mas eu vi. Vi você, e vi você olhando e rindo, desengonçado e por isso eu ri.
Continuei rindo, porque eu sempre quis um cara que trabalhasse mais do que eu, não que eu trabalhe pouco. Um cara daqueles que dá orgulho, que a gente imagina que um dia vai chegar lá. E agora, eu acabei de perceber como você trabalha bem, como é eficiente nos resultados, como as estratégias são perfeitamente aplicadas, e como eu sou burra.
Burra, perfumada, penteada, arrumada. Burra. Feliz.
terça-feira, 2 de março de 2010
São como são.;TB
" E quem diria. Quem diria. Ontem mesmo, conversando com vários amigos, eles me disseram que eu não mais parecia comigo. Eu pareço eu sim, mas vou ganhando o mundo quando abro algumas brechas da minha prisão. E de brecha, vou me ganhando também. E quase vira o estômago mas sou tomada por uma fome boa que eu nem sei o nome. Talvez acreditar assim, sem medo, em algo descontrolado e de alguma forma justo, seja acreditar em Deus. Durmo em paz. Tudo na hora certa.
As coisas são como são. E quando recebo suas mensagens de texto, ao longe, dizendo meio que genericamente que deseja tudo de bom e sente saudade, fico com vontade se aquele recado chegou só pra mim ou foi disparado para toda lista do celular. Mas me recolho. Uma minúscula e ainda baixa "vozinha" me diz que além dos meus textos eu tenho também muito charme, graças e beleza. Além dos meus espinhos eu tenho flores. E que sim, eu posso ser amada. Porque não ter alguém agora, agarrando aos meus pés, não significa não ser um calo persistente até mesmo em solas curtidas e acostumadas com a corrida. Descubro coisas terríveis e maravilhosas a respeito do amor. As coisas são como são. E na hora certa.
As coisas são como são. E quando recebo suas mensagens de texto, ao longe, dizendo meio que genericamente que deseja tudo de bom e sente saudade, fico com vontade se aquele recado chegou só pra mim ou foi disparado para toda lista do celular. Mas me recolho. Uma minúscula e ainda baixa "vozinha" me diz que além dos meus textos eu tenho também muito charme, graças e beleza. Além dos meus espinhos eu tenho flores. E que sim, eu posso ser amada. Porque não ter alguém agora, agarrando aos meus pés, não significa não ser um calo persistente até mesmo em solas curtidas e acostumadas com a corrida. Descubro coisas terríveis e maravilhosas a respeito do amor. As coisas são como são. E na hora certa.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Falta
A distância é desconfortável e mesmo assim o meu choro parece sem sentido. Como uma criança chorando na porta do colégio e dando tchau pra mãe. Sabe-se que vai sobreviver, mas sabe-se também que a companhia da mãe vai sendo substituida naqueles momentos, o tempo até passa, mas nada se compara ao voltar pra casa, sentada do lado, olhando pra ela, enquanto ela dirige e eu mal entendo que ruas são aquelas.
Uma inocência segura pela segurança de outro.
Uma inocência segura pela segurança de outro.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Talvez
Talvez um voltasse, talvez o outro fosse. Talvez um viajasse, talvez outro fugisse. Talvez trocassem cartas, telefonemas noturnos, dominicais, cristais e contas por sedex (...) talvez ficassem curados, ao mesmo tempo ou não. Talvez algum partisse, outro ficasse. Talvez um perdesse peso, o outro ficasse cego. Talvez não se vissem nunca mais, com olhos daqui pelo menos, talvez enlouquecessem de amor e mudassem um para a cidade do outro, ou viajassem junto para Paris (...) talvez um se matasse, o outro negativasse. Seqüestrados por um OVNI, mortos por bala perdida, quem sabe. Talvez tudo, talvez nada... Caio Fernandes de Abreu
sábado, 5 de dezembro de 2009
Amor..Amor...Amor...
Sabe aquele amor de encher a boca? De frio na barriga? Da vontade de chegar logo o domingo? De fazer sorrir e cconversar c as pessoas na rua?
To assim...
Verdade mesmo que eu nunca vi meu time ser campeão do Brasileiro, mas também nunca dei de cara com nenhum principe encantado no meu quarteirão. Mas já fui feliz com pequenos bastardos, do mesmo jeito que já vesti a blusa, cantei o hino, as músicas da torcida, e abracei o careca do meu lado na hora do gol...
Já fiz loucuras por amor, fiz mesmo, do tipo de pegar a saída da cidade na hr do pico, mudar de estado e ao chegar lá como toda paixão, me fez feliz em momentos, e sofrer em outros, sai de lá arrasada, chorei. Mas bem diferente do rapazinho da semana passada, Dele eu não desisto, sabia que viria de novo, que deixaria meu coracao sofrer, mas me faria feliz.
Já me fez gritar mais do que em briga no telefone, me fez ficar vidrada, sem nem piscar, me fez rir p televisão que nem em filme de amor, na hr do beijo final. Me fez bater boca com pessoas na rua, e dentro de casa.
Dizem que é time da moda, de quem não sabe de nada, não costumo acompanhar mais do que sai no jornal, tendências, mas não sei de alguém que me viu mal vestida duas vezes. Dizem que é time de preto...não negro, preto mesmo, e eu que sou filha de uma galega de olhos azuis, um irmão ruivo, um avô europeu, uma sobrinha loira, sou a indiazinha preta da casa. Dizem também que é time de quem mora no morro, eu to no décimo terceiro, talvez a altura seja parecida.
Futebol é assim, cada um com seu coração, normalmente aperta chegando em dezembro, final do campeonato,pra mim, aperta mesmo. Todo ano espero o presente, que ele venha, que no meu aniversário esteja aqui. Esse ano, talvez ele chegue, quse no dia. Tininha e eu sempre acreditamos, e nesse ano, com essas condições não seria diferente. Parece promessa feita, daquelas que nem sempre dá pra cumprir, mas pelo menos a gnt acredita.
Amanhã uma hora dessas to muito, mas muito feliz, ou não. É só esperar, como quem espera um telefone, como quem espera o boletim final, sempre com uma dúvida, mas nunca deixando de acreditar.
To escrevendo hoje, pq já disse, é igual a paixão, o menino que me deixou mega feliz e me prometeu mais, pode me deixar triste, to escrevendo hoje pq to que não me aguento, pq quero gritar pra todo mundoo que eu quero casar e ter muitos filhos, todos FLAMENGUISTAS!
E eu só quero dizer mais uma coisa: que nunca viu seu time jogar, nunca balançou, mesmo parado, com a torcida, nunca cantou aquelas músicas que a gnt só entende quando está no estádio,não imagina como a sensação é boa. O Futebol une pessoas totalmente sem conexão, o esporte é comunicação, e não há nada que me encante mais do que essa dona ai.
" Eu sempre te amarei, onde estiver estarei, oh meu Mengoo. Tu és time de tradição, raça, amor e paixão, oh meu Mengoo"
To assim...
Verdade mesmo que eu nunca vi meu time ser campeão do Brasileiro, mas também nunca dei de cara com nenhum principe encantado no meu quarteirão. Mas já fui feliz com pequenos bastardos, do mesmo jeito que já vesti a blusa, cantei o hino, as músicas da torcida, e abracei o careca do meu lado na hora do gol...
Já fiz loucuras por amor, fiz mesmo, do tipo de pegar a saída da cidade na hr do pico, mudar de estado e ao chegar lá como toda paixão, me fez feliz em momentos, e sofrer em outros, sai de lá arrasada, chorei. Mas bem diferente do rapazinho da semana passada, Dele eu não desisto, sabia que viria de novo, que deixaria meu coracao sofrer, mas me faria feliz.
Já me fez gritar mais do que em briga no telefone, me fez ficar vidrada, sem nem piscar, me fez rir p televisão que nem em filme de amor, na hr do beijo final. Me fez bater boca com pessoas na rua, e dentro de casa.
Dizem que é time da moda, de quem não sabe de nada, não costumo acompanhar mais do que sai no jornal, tendências, mas não sei de alguém que me viu mal vestida duas vezes. Dizem que é time de preto...não negro, preto mesmo, e eu que sou filha de uma galega de olhos azuis, um irmão ruivo, um avô europeu, uma sobrinha loira, sou a indiazinha preta da casa. Dizem também que é time de quem mora no morro, eu to no décimo terceiro, talvez a altura seja parecida.
Futebol é assim, cada um com seu coração, normalmente aperta chegando em dezembro, final do campeonato,pra mim, aperta mesmo. Todo ano espero o presente, que ele venha, que no meu aniversário esteja aqui. Esse ano, talvez ele chegue, quse no dia. Tininha e eu sempre acreditamos, e nesse ano, com essas condições não seria diferente. Parece promessa feita, daquelas que nem sempre dá pra cumprir, mas pelo menos a gnt acredita.
Amanhã uma hora dessas to muito, mas muito feliz, ou não. É só esperar, como quem espera um telefone, como quem espera o boletim final, sempre com uma dúvida, mas nunca deixando de acreditar.
To escrevendo hoje, pq já disse, é igual a paixão, o menino que me deixou mega feliz e me prometeu mais, pode me deixar triste, to escrevendo hoje pq to que não me aguento, pq quero gritar pra todo mundoo que eu quero casar e ter muitos filhos, todos FLAMENGUISTAS!
E eu só quero dizer mais uma coisa: que nunca viu seu time jogar, nunca balançou, mesmo parado, com a torcida, nunca cantou aquelas músicas que a gnt só entende quando está no estádio,não imagina como a sensação é boa. O Futebol une pessoas totalmente sem conexão, o esporte é comunicação, e não há nada que me encante mais do que essa dona ai.
" Eu sempre te amarei, onde estiver estarei, oh meu Mengoo. Tu és time de tradição, raça, amor e paixão, oh meu Mengoo"
sexta-feira, 24 de julho de 2009
=)
Aquela época em que eu já estava quase cínica mas ainda acreditava em um relacionamento com todas as forças do mundo. Porque quanto mais cinismo e cansaço, mais força fazemos e mais forte parece. Eu queria me chacoalhar e dizer que ele existe, sim, o tal do amor, mas você, querida, não sabe ainda nada disso. Isso que você acha que é amor, menina, não passa nem perto.
Eu me faria uma visita naquele apartamentinho pequeno e cheio de tentativas de charme e maturidade. E diria pra mim o que ninguém, sabe-se lá porquê, foi capaz de me dizer numa época tão necessária e quase triste. Época de tentar de tudo pra chegar perto do que, um dia, simplesmente acontece mesmo a gente achando que só funciona para os disciplinados na cultura da imbecilidade. Esse povo estranho que divide armário e sorriso de foto.
Eu diria: menina, amar a dúvida, o silêncio, a ingratidão, o fim, o atraso, a invenção, a lacuna, o pode ser, as hipóteses, a não resposta, a raiva, o absurdo, o não, a impossibilidade, o depois que foi, o antes de chegar, o difícil, o pode não, amar essas coisas, menina, é amar o mistério e não um homem.
Amar um homem não é o telefone que não toca, é o telefone que toca e ele tá daquele jeito que te irrita justamente porque está irritado com você e você desliga logo e ele liga de novo e vocês morrem de rir. Ah, e aí vai dando certo. Foi e foi e foi e cá estamos. Você apaga o cigarro de domingo, a luz e some. Eu escrevo esse texto na mente, tomo banho e me chacoalho. Daqui a pouco a gente, sem se dar conta de plurais e segredos, se encontra no corredor e decide o que faz do resto do dia. TB
Eu me faria uma visita naquele apartamentinho pequeno e cheio de tentativas de charme e maturidade. E diria pra mim o que ninguém, sabe-se lá porquê, foi capaz de me dizer numa época tão necessária e quase triste. Época de tentar de tudo pra chegar perto do que, um dia, simplesmente acontece mesmo a gente achando que só funciona para os disciplinados na cultura da imbecilidade. Esse povo estranho que divide armário e sorriso de foto.
Eu diria: menina, amar a dúvida, o silêncio, a ingratidão, o fim, o atraso, a invenção, a lacuna, o pode ser, as hipóteses, a não resposta, a raiva, o absurdo, o não, a impossibilidade, o depois que foi, o antes de chegar, o difícil, o pode não, amar essas coisas, menina, é amar o mistério e não um homem.
Amar um homem não é o telefone que não toca, é o telefone que toca e ele tá daquele jeito que te irrita justamente porque está irritado com você e você desliga logo e ele liga de novo e vocês morrem de rir. Ah, e aí vai dando certo. Foi e foi e foi e cá estamos. Você apaga o cigarro de domingo, a luz e some. Eu escrevo esse texto na mente, tomo banho e me chacoalho. Daqui a pouco a gente, sem se dar conta de plurais e segredos, se encontra no corredor e decide o que faz do resto do dia. TB
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Por que em dias assim, só é ele quem eu escuto....
Nando Reis- Voce pediu e eu já vou daqui...
Compositor: Antônio Marcos
Você pediu e eu já vou daqui
Nem espero pra dizer adeus
Escondendo sempre os olhos meus
Chorando eu vou, tentei lhe falar, você nem ligou
Eu nunca consegui me explicar
Por que você não quis me ouvir falar
E deixo todo meu amor aqui
Jamais eu direi, que me arrependi
Pelo amor que eu deixar
Mas da saudade eu tenho medo
Você não sabe eu vou contar todo segredo
Esses caminhos eu conheçoAndar sozinho eu não mereço
E você há de entender, a gente tem que ter alguém pra viver
Se você quer eu vou embora
Mas também sei que não demora
Você é criança e vai chorar
Só então vai compreender que muito amor eu dei
E eu quero ver, você lamentando meu nome chamar
E quando um dia isso acontecer
De você querer voltar pra mim
O meu perdão eu vou saber lhe dar
E jamais eu direi, que um dia você conseguiu me magoar
Eu nunca consegui me explicar....
E eu quero ....
Nando Reis- Voce pediu e eu já vou daqui...
Compositor: Antônio Marcos
Você pediu e eu já vou daqui
Nem espero pra dizer adeus
Escondendo sempre os olhos meus
Chorando eu vou, tentei lhe falar, você nem ligou
Eu nunca consegui me explicar
Por que você não quis me ouvir falar
E deixo todo meu amor aqui
Jamais eu direi, que me arrependi
Pelo amor que eu deixar
Mas da saudade eu tenho medo
Você não sabe eu vou contar todo segredo
Esses caminhos eu conheçoAndar sozinho eu não mereço
E você há de entender, a gente tem que ter alguém pra viver
Se você quer eu vou embora
Mas também sei que não demora
Você é criança e vai chorar
Só então vai compreender que muito amor eu dei
E eu quero ver, você lamentando meu nome chamar
E quando um dia isso acontecer
De você querer voltar pra mim
O meu perdão eu vou saber lhe dar
E jamais eu direi, que um dia você conseguiu me magoar
Eu nunca consegui me explicar....
E eu quero ....
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Dormir p salvar a vida
E você meu amigo, fica só olhando pra trás, remoendo, lamentando, lembrando do que perdeu, do que não soube aproveitar. Fica se consumindo pelo desejo do que ainda não tem, e provavel q desse jeito não tenha nunca. Esquece de viver o agora, reclama do frio no inverno e do calor no verão e quse não repara que hoje o céu está completamente azul, daqueles que a gnte acha que só vê aqui. E você minha amiga, passou meses lembrando do que já não mais podia acontecer, meses desejando, e agora, horas pensando nos próximos dias, no futuro completamente incerto.
Vamos viver? Só o hoje, só o agorinha, até daqui a 5 minutos.
Mais tarde a gnte se encontra, p rir da vida. Agora eu vou fechar a porta e dormir um pouco.
Vamos viver? Só o hoje, só o agorinha, até daqui a 5 minutos.
Mais tarde a gnte se encontra, p rir da vida. Agora eu vou fechar a porta e dormir um pouco.
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