A distância é desconfortável e mesmo assim o meu choro parece sem sentido. Como uma criança chorando na porta do colégio e dando tchau pra mãe. Sabe-se que vai sobreviver, mas sabe-se também que a companhia da mãe vai sendo substituida naqueles momentos, o tempo até passa, mas nada se compara ao voltar pra casa, sentada do lado, olhando pra ela, enquanto ela dirige e eu mal entendo que ruas são aquelas.
Uma inocência segura pela segurança de outro.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
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